Fellipe Campos
(rabiscos de escrivaninha)
quarta-feira, 12 de julho de 2017
Digere a dor e transforma em amor, amor próprio.
Sentimento sublime e único, sentimento puro e que em nada mais se mistura, mas dele advém tantos outros.
Desse amor não devemos desistir, devemos por pra fora "para torná-lo real"
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