domingo, 4 de dezembro de 2016

Poeta também come
Poeta também dança
Poeta também ama
Poeta também dorme

Nessa ou noutra ordem que escolha,
O poeta não deixará de ser poeta
Por mais que as palavras não seja postas pra fora
A sua mente permanecerá inquieta

Poeta também é um tolo
Que precisa amar, viver e sentir
Poeta acorda no meio da noite

E com um lápis na mão, não deixa a ideia ir.

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