sexta-feira, 15 de julho de 2011

a força do desejo


de olhos fechados imagino a baleza de suas curvas, passei a noite toda planejando cada movimento.
não consigo me conter, esqueci todo o roteiro, suas mãos e seu cheiro me arrepiam o corpo inteiro,
usa do meu corpo como se fosse um objeto descartável, ao mesmo tempo que me abraça forte anuncia um gemido inigualável,
Sinto que a hora se aproxima, rende-se ao seu próprio instinto
se entrega como uma prisioneira, soldado de guerra faminta.
Com voracidade e veemência sirvo-me das tuas ancas, agarro
firmemente teu corpo contra o meu e sincronizo os batimentos,
como numa orquestra em sintonia. A vontade de seguir confronta
o desejo de acabar, quero apenas esquecer que existo no momento
vejo que se entrega, mas não te amo, não há jeito.
O tempo vai acabando, e você toda contente, recomponho-me, e me levanto,
tenho que me arrumar rapidamente. Bom até que foi, mas nada mais que
um orgasmo eu senti. deixe-me em paz. aproveite. Tenho que Ir.

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