quarta-feira, 29 de julho de 2009


Quantos suspiros emanam quando penso no calor dos seus lábios; Ah! Como é bom ter você. Os segundos passam e parece ser inevitável me deixar levar por essa avalanche de emoções, devaneios. Talvez devesse, como se fosse fácil, tentar colocar num papel, seria um mapa, uma receita talvez; seria bem capaz de muitos a procurarem pensando quem sabe que aquela seria a solução. Que tolos! Um dia todos nós somos ou fazemos papel de tolos, papel de que não se arrisca a viver a própria vida sem que se queira viver como a vida dos outros, sem se quer experimentar o gosto da derrota, para só então dar valor ao tão doce gosto do AMOR.
Caro leitor, cá pra nós, o fato de não ser fácil não quer dizer que seja impossível; as vezes vale a pena tentar criar essas fórmulas mirabolantes de felicidade. Por incrível que pareça, da mesma maneira que existe você, lunático, para ler meus devaneios, que dirá...
Essas pessoas, essas? Melhor, nós as vezes necessitamos aprender ouvir, ler o que os outros têm a dizer, o que aprenderam com suas vidas para que valorizemos e toquemos em frente. Porém, meu amigo, não se pode ter isso com a verdade absoluta, cada um tem sua verdade, cada um deve reagir de acordo com sua verdade. Veja e aprenda, absorva e viva.
(Fellipe Campos)

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